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HINO DA ACADEMIA BRASILEIRA DE POESIA
"CASA DE RAUL DE LEONI"
Letra e música de autoria do Acadêmico Roger Feraudy (1923 - 2006)
Academia Raul de Leoni,
cultuamos com amor e alegria,
para sempre teu vulto lembrado,
será por todos exaltado!
Academia Raul de Leoni,
que nós celebramos com poesia,
teu nome, glória da literatura,
expoente do saber e da cultura!
A Luz mediterrânea
ilumina o nosso ideal,
brilhando tão espontânea
no teu verso original!
O teu nome pertence à história,
mas no Silogeu estás presente,
viverás eternamente
como exemplo na memória,
inspirando nossa gente!
Coluna semanal da ABP no Jornal Diário de Petrópolis
A Acadêmica Carmen Felicetti traz com exclusividade para o nosso site, a coluna semanal do Jornal Diário de Petrópolis. Clique aqui e confira.
PROGRAMAÇÃO DA SALA MANUEL BANDEIRA

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25 ANOS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE POESIA
CASA DE RAUL DE LEONI
Dia 15 de agosto de 2007, comemorou-se, no Silogeu Petropolitano, à Praça da Liberdade, 247, o Jubileu de Prata da Academia Brasileira de Poesia, Casa de Raul de Leoni. Estampamos aqui algumas fotos do auspicioso evento. Clique aqui e veja as fotos.
Acadêmico Petropolitano é notícia no site da Academia Brasileira de Letras

O site da Academia Brasileira de Letras menciona a tese de Mestrado - "Quase macabro - o conto fantástico de Machado de Assis" - do acadêmico Marcelo Fernandes, cadeira número 17, patrono D. Pedro II na aba "Produções Acadêmicas" sobre Machado de Assis. O poeta Marcelo Fernandes vai falar no Congresso Brasileiro dos Escritores de Língua Portuguesa - em comemoração ao Jubileu de Ouro da UBE-RJ, homenagem a Machado de Assis, Guimarães Rosa, Evanildo Bechara, Antonio Olinto e Stella Leonardos - sobre o mesmo tema, " o Fantástico na literatura machadiana". Isso será amanhã, na Faculdade CCAA, com o apoio da ABL, Academia Brasileira de Filologia e Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Lingüísticos.
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Pedro Lyra: Poeta do amor e do pensamento:

Entrevista exclusiva para o Jornal Poiésis. Doutor em Poética, professor na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Pedro Lyra é natural de Fortaleza-CE. Uma referência na poesia brasileira do pós-modernismo. Leia mais
Fundação de Cultura e Turismo entregasala a ABP

Atendendo antiga reivindicação, Fundação de Cultura e Turismo entrega sala à Academia Brasileira de Poesia. Leia mais
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Para a poesia de Anderson Braga Horta
II CONCURSO NACIONAL DE TROVAS DE SAQUAREMA - TROVAS VENCEDORAS > Clique aqui e saiba mais.
CONVITE
O PROJETO ANTOLOGIA DOS POETAS TEM A HONRA DE CONVIDAR A TODOS PARA O LANÇAMENTO DE SEUS LIVROS. Leia mais
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Pedro Lyra em entrevista ao Jornal Poiésis Literatura Pensamento e Arte...
“Luz mediterrânea é um dos meus livros preferidos, e assim aparece num tópico do meu Orkut. Tenho todas as suas edições numa prateleira especial da minha biblioteca e organizei duas delas: uma para a Topbooks, com comentários sobre elas, em 1996, outra para a Global, na coleção “Os melhores poemas”, no ano 2000. Nos prefácios, eu o situo como um eclético pré-moderno (não apenas pela contingência temporal mas, sobretudo, pela reivindicação da liberdade de posicionamento, pelo polimetrismo bem próximo do versilibrismo, pelas antecipações de certas configurações sociais de nossa época etc.), com estilemas de todas as estéticas anteriores: ele é, simultaneamente, também neo-clássico (na intenção filosófica, na altivez de espírito, na clareza da enunciação, na depuração da linguagem etc.); neo-romântico (embora tenha publicado apenas um poema de amor – na concepção idealista de vida, em certa melancolia diante do ideal inatingível, numa vaga idealização do passado etc.); neo-parnasiano (embora não tenha escrito um só poema tipicamente escolástico – no requinte formal, no distanciamento emotivo, na opção pelo soneto mesmo não alexandrino etc.) e, talvez mais que todos, neo-simbolista (na musicalidade da expressão, em certa diluição dos referentes, no ritmo melodioso e às vezes encantatório na dicção penumbrista, na ambigüidade do misticismo, no gosto pela alegorização etc.). Acho estranho que alguém ainda o considere simplesmente como parnasiano, quando esta é a nota de menor presença.” |
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