 Membro Titular
Cadeira 16
Patrono: Décio Duarte Ennes |
João Roberto Gullino
Carioca de 1933, é aposentado. Iniciou-se tardiamente na poesia e a tem como ocupação primordial, junto com a pintura, o que considera da maior valia. Participante da sonhada ABRASSO – Academia Brasileira do Soneto, é antiquado no escrever e gosta de adicionar uma citação após a montagem de seus trabalhos para dar-lhes mais valia e corroborar os temas abordados – uma peculiaridade. Apesar do modernismo, prefere seguir a opinião de Monteiro Lobato – “A poesia não é retórica, nem eloqüência. É dor, dor estilizada, dor do amor, dor da saudade, dor da esperança, dor das ilusões perdidas, dor dos anseios vagos, dor da impotência, dor do inexprimível.” Além de participar de várias coletâneas editadas, em destaque para ARGILA e MOSAICO (publicações anuais desde 1997), fez para presentear amigos: ACRÓSTICOS (um presente dos filhos); DESPERTAR POÉTICO (um sonho); REFLEXÕES (poemas livres); RETALHOS (trovas, haicais e rubais); RETRATOS (novos acrósticos); RETICÊNCIAS (sonetos) e RECORTES (coletânea de máximas de diversos autores). Agora refaz O CONCEITO DO SONETO, um trabalho sobre a forma fixa e as peculiaridades da poesia tradicional, para orientar sobre a importância do soneto e a necessidade da rima e da métrica, englobando num trabalho anterior – agora ampliado – além do soneto, o haicai, a trova, o rubai, o ovillejo, a sextina e o pantum. |