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Acadêmico Correspondente 1099
Vitória - ES - Brasil

Josias Alcântara

Josias tem 51 anos é paranaense e atualmente reside no Espírito Santo.
Escritor, Diretor Pedagógico da UNICAPE – Unidade Capixaba de Capacitação e Eventos. Autor dos livros: Raízes da Esperança, Raízes do Otimismo, A Força da Liberdade, Trova da Vida, Trovas Humorísticas, Trovas de Amor, Jardim do Trovador e A Magia da Expressão Verbal, este, pela  Editora Juruá. A Descoberta do Brasil em Versos, adotado em vários municípios do Brasil. De Negro a Afro-Descendentes em Versos. Sua experiência se estende em centenas de colégios de SP, SC e PR e ES.  Estudou Logosofia, pedagogia, nutrição celular e literatura. É poeta, trovador, professor de oratória, palestrante motivacional, radialista e ator cômico. Nos últimos onze anos ministrou milhares de palestras para alunos e professores de escolas, universidades públicas e particulares. Trovador de nomeada, ministra suas palestras utilizando a própria trova.  Sua técnica é inédita. É membro da UBT - União Brasileira de Trovadores PR, UBE - União Brasileira de Escritores Pr, ACPAI - Associação Cultural paranaense de autores independentes, Academia Paranaense da Poesia do Paraná. Ganhou o prêmio troféu, (grande comunicador social no ano de 2003), oferecido pelo SESC, no qual desenvolveu dezenas de cursos.
e-mail- poetaescritor@hotmail.com

site: www.josiasalcantara.net

Lágrimas ocultas

Lágrimas vertem pequenas
naturalmente ou forçadas
e deixam faces marcadas
e ficam soltas melenas,
e mostram gotas serenas
e furtam belas risadas,
das vistas tensas, cansadas,
que não enxergam o belo
e a leveza do singelo
nessas rimas deturpadas!


Espelho sem reflexo 

Tentei espelhar-me nos seus olhos
Mas você os fechou.
Admirar seu doce sorriso
Mas sua boca não ousou.
Sentir a sua presença
Mas você me ignorou.
Tentei apertar a sua mão,
Fechada se recusou.
Quis declarar-me apaixonado
Nem por isso me escutou.
Cai num abismo de pranto
E nele me afoguei.
Cadê você?

Súplica de amor

Deslizar nos teus braços, mais quero;
E fazer dele meu ninho de amor,
Minha musa, quanto tempo te espero
E tu não quer me dar o teu calor.

Suplicar, quem me dera se eu pudesse
Para ao vivo ganhar teu prazer,
Meu amor, tudo isso acontece
Neste sonho que ouso te Ter,

Mas se a sorte bendita me enlaça
Vou fazer-te minha nobre caça,
E em teu ventre sublime beber:

A magia e tesão que me assola
Para ver se teu gozo consola
Toda gana que insisto em viver.

 

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