Por Sylvio Adalberto, Cadeira 07
A paz é possível
Desde que comece dentro de nós. É possível dizer não. Não a violência urbana! Não a violência doméstica! Não a violência da exclusão social! Não podemos mais dizer: isso não me diz respeito! Nós todos somos responsáveis. A omissão tem que ser encarada como crime nefando. Vamos aprender a sorrir e desarmar nossos corações assim a paz será possível.
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“Luz mediterrânea é um dos meus livros preferidos, e assim aparece num tópico do meu Orkut. Tenho todas as suas edições numa prateleira especial da minha biblioteca e organizei duas delas: uma para a Topbooks, com comentários sobre elas, em 1996, outra para a Global, na coleção “Os melhores poemas”, no ano 2000. Nos prefácios, eu o situo como um eclético pré-moderno (não apenas pela contingência temporal mas, sobretudo, pela reivindicação da liberdade de posicionamento, pelo polimetrismo bem próximo do versilibrismo, pelas antecipações de certas configurações sociais de nossa época etc.), com estilemas de todas as estéticas anteriores: ele é, simultaneamente, também neo-clássico (na intenção filosófica, na altivez de espírito, na clareza da enunciação, na depuração da linguagem etc.); neo-romântico (embora tenha publicado apenas um poema de amor – na concepção idealista de vida, em certa melancolia diante do ideal inatingível, numa vaga idealização do passado etc.); neo-parnasiano (embora não tenha escrito um só poema tipicamente escolástico – no requinte formal, no distanciamento emotivo, na opção pelo soneto mesmo não alexandrino etc.) e, talvez mais que todos, neo-simbolista (na musicalidade da expressão, em certa diluição dos referentes, no ritmo melodioso e às vezes encantatório na dicção penumbrista, na ambigüidade do misticismo, no gosto pela alegorização etc.). Acho estranho que alguém ainda o considere simplesmente como parnasiano, quando esta é a nota de menor presença.”
Pedro Lyra em entrevista ao Jornal Poiésis Literatura Pensamento e Arte...
Destaques


O novo acadêmico Ataualpa A. P. Filho recebendo diploma das mãos do presidente Sylvio Adalberto.
- Flagrantes na posse do Acadêmico Ataualpa A. P. Filho.
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- Destaque para o conto "Baleia" de Graciliano Ramos.
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"CASA DE RAUL DE LEONI" Letra e música de autoria do Acadêmico Roger Feraudy (1923 - 2006)
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